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ARTIGOS

Periodicamente, serão disponibilizados neste espaço, de forma gratuita, alguns artigos selecionados que são considerados relevantes no âmbito da Dor, alguns dos quais premiados.

  • ANÁLISE ECONÓMICA DO TRATAMENTO DE DOENTES COM DOR NEUROPÁTICA PERIFÉRICA EM PORTUGAL

    Trabalho da autoria de Mónica Inês, Vasco Conde, Jorge Cortez, Ana Luísa Costa e Ana Carla Gordo, a ser publicado na Revista nº 3 de 2014.

    Análise económica do tratamento de doentes com Dor Neuropática periférica em Portugal

  • FATORES PREDITORES DA DOR AGUDA PÓS-CIRÚRGICA APÓS ARTROPLASTIA PRIMÁRIA DO JOELHO OU DA ANCA

    Trabalho da autoria de Patrícia Pinto e Armando Almeida, a ser publicado na Revista nº3 de 2014

    Fatores preditores da Dor Aguda pós-cirúrgica após artroplastia primária do joelho ou da Anca

  • DOR CRÓNICA NÃO ONCOLÓGICA

    "Dor Crónica Não Oncológica: Crenças e Atitudes Referentes à Prescrição de Medicamentos Opióides Fortes nos Cuidados de Saúde Primários"

    Autores: Leonor Tiago e Romão José

    Artigo premiado em 2011 no prémio Revista DOR / Bene Farmacêutica

    Dor Crónica Não Oncológica

  • MEDICINA DE TRANSLAÇÃO EM DOR

    "Medicina de Translação em Dor: o Que Nos Ensinam os Modelos Animais?"

    Autor: Fani L. Moreira Neto

    Artigo premiado em 2011 no prémio Revista DOR / Bene Farmacêutica

    Medicina de Translação em Dor

  • ESTUDOS DE VELOCIDADES DE CONDUÇÃO EM DOENTES COM FIBROMIALGIA VERSUS CONTROLOS SAUDÁVEIS

    "Estudos de Velocidades de Condução em Doentes com Fibromialgia Versus Controlos Saudáveis – Resultados Preliminares de um Estudo Prospectivo"

    Autores: Ana Lima, Ana Cristina Sousa, Carla Afonso e Luís Gonçalves

    Estudos de Velocidades de Condução em Doentes com Fibromialgia Versus Controlos Saudáveis

  • CEMBE DA FMUL - NOC DA DOR NEUROPÁTICA LOCALIZADA

    CEMBE ‐ NOC da Dor Neuropática Localizada
    Autor: FMUL

    Introdução: A dor é uma das causas mais frequentes de consulta médica, representando aproximadamente 25 a 50% das consultas de cuidados de saúde primários, sendo cerca de 20% dos motivos de consulta a dor crónica1.

    O Plano Nacional de Luta contra a Dor*, criado em Portugal em 2001, afirma que a “dor é, pela sua frequência e potencial para causar incapacidade, um verdadeiro problema de saúde pública, que justifica, a bem da promoção da redução das desigualdades, da qualidade de vida e da humanização dos cuidados de saúde, uma actuação planeada, organizada e validada cientificamente que promova boas práticas profissionais na abordagem da dor”. Este documento sublinha ainda que “a dor, independentemente da síndroma clínica que incorpora, pode e deve ser tratada, com perspectivas de êxito proporcionais ao entendimento que dela temos e fazemos, à adequação e preparação científica dos serviços e profissionais de saúde envolvidos e ao manejo judicioso de todos os recursos, técnicos e humanos disponíveis”.

    NOC da Dor Neuropática Localizada

  • PAPEL DA NORADRENALINA NA FACILITAÇÃO DA DOR CRÓNICA NO ENCÉFALO

    Trabalho da autoria de Isabel Martins, Deolinda Lima e Isaura Tavares contemplado com o "Prémio Grünenthal de Investigação Básica em Dor 2010". 

    Resumo:
    Neste trabalho estudámos o papel da noradrenalina numa área facilitatória do encéfalo, o núcleo reticular dorsal (DRt), no modelo de dor neuropática (spared nerve injury [SNI]).
    Utilizando microdiálise in vivo, mostrámos que a libertação da noradrenalina no DRt aumenta em resposta a estímulos nociceptivos. Seguidamente, mostrámos que a ativação dos recetores α1-adrenérgicos aumenta as respostas nociceptivas dos animais, enquanto o papel inibitório dos recetores α2-adrenérgicos na libertação de noradrenalina, estava diminuído nos animais com SNI. Por fim, testámos o efeito da diminuição da libertação de noradrenalina no DRt no modelo SNI, utilizando um vetor vírico derivado do vírus herpes simplex do tipo I (VHS-1), que diminui de forma seletiva a libertação de noradrenalina no DRt. A diminuição de noradrenalina no DRt, induzida pelo vetor VHS-1, atenuou significativamente a alodinia e a hiperalgesia durante cerca de dois meses.
    Os resultados obtidos neste trabalho mostram um papel pró-nociceptivo inédito da noradrenalina. A analgesia intensa e sustentada induzida pelo vetor VHS-1 indica que se justifica alargar os estudos experimentais para se perspetivperspetivar a aplicação da terapia génica como estratégia potencial no tratamento de dores crónicas refratárias.
     
    O artigo está disponível na íntegra na área reservada aos sócios da APED.

  • BLOOD PATCH EPIDURAL EM DOENTE COM HIPOTENSÃO INTRACRANIANA ESPONTÂNEA – CASO CLÍNICO

    Trabalho da autoria de David Nora, Catarina Carvalho, Alexandra Reis, Manuel Ribeiro da Silva e Beatriz Craveiro Lopes.

    Resumo:
    Doente do sexo masculino, 51 anos, desenvolveu cefaleia holocraniana intensa em ortostatismo, com instalação súbita, agravamento progressivo e refratária à terapêutica analgésica. Apresentava ainda hipoacúsia, acufenos, diplopia horizontal na dextroversão do olhar e um episódio de vertigem rotatória com queda. Negou história compatível com punção traumática da duramáter. O exame objetivo revelou parésia do VI par craniano à direita, sem outras alterações. Foi internado no serviço de neurologia com a hipótese diagnóstica de hipotensão intracraniana espontânea, iniciando terapêutica conservadora. Realizou ressonância magnética (RM) craniana e cervical com contraste que evidenciou aspetos compatíveis com o diagnóstico presuntivo. Dada a manutenção da cefaleia e da diplopia foi proposta ao doente a realização de um blood patch epidural e pedida a colaboração da unidade de dor. A técnica foi efetuada a nível lombar, com administração epidural de 10 ml de sangue autólogo. Não obstante a melhoria clínica, o doente manteve cefaleia residual e diplopia, pelo que se decidiu repetir a técnica duas semanas depois, com administração de 14 ml de sangue autólogo a nível lombar. Desta segunda vez, houve regressão precoce e completa da cefaleia, mas mais gradual da diplopia residual. Três meses após a técnica, o doente encontrava-se assintomático.

    O artigo está disponível na íntegra na área reservada aos sócios da APED.

  • ABORDAGEM PSICOFARMACOLÓGICA DA DOR CRÓNICA

    Trabalho da autoria de Paula Garrido e Carla Silva.

    Resumo:
    A dor crónica é uma situação que se associa frequentemente a psicopatologia, em particular sintomatologia do foro depressivo e ansioso, quer na dor crónica como forma de apresentação de perturbações psiquiátricas, quer na comorbilidade entre dor crónica e patologia psiquiátrica. Os fármacos psicotrópicos, sobretudo antidepressivos e estabilizadores do humor, são de grande utilidade no tratamento da dor crónica neuropática periférica e central. Neste trabalho de revisão os autores debruçam-se sobre o conceito atual de dor crónica (etiologia e apresentação clínica), avaliando o impacto sobre o doente numa perspetiva biopsicossocial. É feita uma revisão das diferentes possibilidades terapêuticas no que concerne aos psicofármacos, tendo em conta o estado atual da arte.

    O artigo está disponível na íntegra na área reservada aos sócios da APED.