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A dor nas articulações afeta milhões de pessoas em todo o mundo. Há muitos tipos diferentes de dor nas articulações – dor relacionada à osteoartrose, dor depois de um ferimento traumático, dor depois de uma cirurgia na articulação, dor relacionada a doenças inflamatórias das articulações, como a artrite reumatoide e a artrite psoriática, e a dor relacionada à deposição de cristais nas articulações, como a gota ou a crondrocalcinose.

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A manifestação clínica da dor nas articulações não permite informações detalhadas sobre os vários mecanismos da dor envolvidos. Esta informação é importante para abordar o tratamento e para desenvolver terapias novas e mais eficientes. Várias técnicas de avaliação da dor baseadas em mecanismos foram desenvolvidas e aplicadas em pacientes com dores nas articulações, particularmente com osteoartrose.

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Vinte por cento da dor crônica em todo o mundo está relacionada à osteoartrose (OA), com uma epidemiologia aumentada em relação à idade e à obesidade. Durante muitos anos a dor da OA foi negligenciada, com diversas crenças falsas sobre mecanismos e tratamentos. Atualmente, ela está associada a importantes necessidades não atendidas: questionários de avaliação específica para a dor da OA, analgésicos efetivos e seguros (especialmente para pacientes idosos), e no caso de terapia de reposição, prevenção e dor pós-operatória

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Uma articulação é composta de três grandes compartimentos: osso, cartilagem articular, e sinóvia. Todos os três podem ser afetados em doenças reumáticas, tais como a osteoartrose ou a artrite reumatóide. A osteoartrose é uma doença de toda a articulação caracterizada pela formação de osteófitos, esclerose subcondral, quebra da cartilagem articular, e alterações da sinóvia (inflamação, proliferação e engrossamento sinovial).

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A osteoartrose (OA) é o diagnóstico musculoesquelético mais frequente na população idosa, e a causa mais comum de incapacidade; 40% das mulheres e 25% dos homens com idades de 60 a 70 anos são diagnosticados com OA. A última etapa do tratamento da OA é a substituição total da articulação. Dois grandes procedimentos de substituição de articulação são a substituição total do joelho (PTJ) e a substituição total dos quadris (PTQ). Para estes procedimentos, ocorre a dor pós-operatória crônica em aproximadamente 20 por centos dos pacientes de PTJ e 10% de pacientes de PTQ

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Modelos animais permitem a investigação do mecanismo por trás da dor da osteoartrose (OA) e ajudam a desenvolver novos tratamentos. Entretanto, os modelos de OA foram principalmente desenvolvidos para refletir a patologia estrutural, e só recentemente a sua validade como modelos da dor da OA em humanos foi explorada em detalhes. As diferenças entre os modelos de dor da OA podem refletir as diferenças nas experiências individuais de dor entre pacientes com OA

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A osteoartrose (OA) é a principal causa da dor nas articulações. Embora a degeneração da cartilagem articular seja uma das marcas registradas da OA, a cartilagem é aneural, e nós ainda não temos uma compreensão clara de como as várias mudanças estruturais de outros tecidos da articulação interagem, ou como eles são responsáveis pela prevalência da dor, especialmente da dor nos joelhos. Da mesma forma, a variedade da dor explicada tanto pelas mudanças estruturais independentes, bem como a sua soma, quanto as interações permanecem mal definidas.

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Os Questionários respondidos pelos pacientes (PROs) e as medições de desempenho são usados para avaliar a dor da osteoartrose (OA) nos joelhos e nos quadris e a sua função na prática clínica. Esses questionários avaliam sob a perspectiva dos pacientes, enquanto as medições do desempenho avaliam suas ações, tal como o andar e outras manobras padronizadas num ambiente controlado. A avaliação padronizada dos resultados do paciente permite que os médicos meçam o sucesso ou falha nos diagnósticos e tratamentos que os pacientes de OA recebem.

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Doenças articulares são fontes importantes de dor aguda e crônica. As causas mais frequentes são a osteoartrose, artrite reumatoide, gota e outras formas de artrose, bem como ferimentos esportivos. Tipicamente, os pacientes sofrem dor durante caminhadas, mas nas dores das fases adiantadas, ela pode ocorrer durante o repouso

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A osteartrose (OA) é uma doença complexa das articulações que leva a uma severa incapacidade nas pessoas idosas. Esta incapacidade resulta em dor durante o movimento e a perda da função da articulação. Em alguns subfenótipos da doença, a dor mecânica pode estar associada à dor inflamatória e/ou neuropática. Hoje se aceita que a OA é mais do que uma doença da articulação. A OA está associada à obesidade, à síndrome metabólica e às doenças cardiovasculares [2]. As ligações entre estas condições são os mediadores sistêmicos, ou seja, adipocinas, miocinas e citocinas que são liberadas na corrente sanguínea pelos tecidos das articulações, bem como pelos músculos e pela gordura

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A alta prevalência da dor da articulação afeta diretamente a qualidade da vida diária das pessoas em todo o mundo. A doença degenerativa da articulação (osteoartrose) é uma causa comum de dor crônica, especialmente entre os idosos. A destruição da cartilagem e a carga biomecânica modificada, e sua inflamação sinovial/defesa muscular particular associada, são consideradas as principais responsáveis pelo mecanismo subjacente da dor da articulação. Entretanto, pesquisas recentes mostram que certos mecanismos neurofisiológicos desempenham um papel importante no desenvolvimento da dor crônica da articulação.

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A artrite é muito comum na população em geral, e mais de 150 tipos já foram identificadas. Entre esses, a orteoartrose e a artrite reumatóide são as mais comuns, mas existem muitos outros tipos, como a espondiloartropatia, gota e artrose psoriática. A dor é a principal razão da procura de ajuda pelas pessoas com artrite. Esta fortemente relacionado com a qualidade de vida, e ela interfere nas funções do dia a dia. Até agora a artrite é tratada inadequadamente, e existe uma grande distância entre os benefícios das terapias atuais e as expectativas dos pacientes.

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Em 1986, a Organização Mundial da Saúde (WHO) estabeleceu as primeiras recomendações para iniciar o tratamento da dor no câncer. Estas recomendações, que foram insuficientes, basearam-se na "escada de dor" da WHO, uma abordagem passo a-passo do uso de analgésicos dependendo da severidade da dor. O regime considerava de uma maneira paralela a severidade da dor e a eficácia presumida dos analgésicos. Os três passos estratificados da WHO nesta abordagem de drogas analgésicas foram: Passo I – usar analgésicos não opióides (acetaminofeno ou drogas anti-inflamatórias não esteroidais - AINH), Passo II - com opióides "fracos" (hidrocodona, codeína, ou tramadol), e Passo III – com opióides "fortes" (morfina, hidromorfina, oxicodona, fentanil ou metadona). Drogas adicionais (adjuvantes) deveriam ser usadas para diminuir a ansiedade.

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Glucosamina e condroitina são constituintes da cartilagem da articulação. Pensa-se que sua administração oral em pacientes com osteoartrose aparentemente compensa a perda da cartilagem nas articulações afetadas. Portanto, elas são comumente usadas como suplementos da dieta já que se considera que podem reduzir os sintomas da osteoartrose e atrasar sua progressão

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A osteoartrose (OA) permanece uma fonte crescente de dor, estresse e incapacidade para a população que envelhece no mundo. A OA que afeta as articulações que suportam o peso, particularmente as dos joelhos e dos quadris, limitam a mobilidade e a atividade física, enquanto que aquelas dos membros superiores afetam as atividades da vida diária. A dor da artrose resulta de complexas interações entre a patologia da articulação, processamento neuronal e contexto psicológico. Abordagens combinadas são com frequência necessárias para o gerenciamento adequado da dor. Os tratamentos podem oferecer alívio da dor modificando a doença subjacente (por exemplo, com agentes biológicos usados para a artrite reumatoide), embora com frequência as drogas que modificam essa doença não estejam disponíveis atualmente, e o tratamento sintomático continue sendo a prioridade.

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A dor inflamatória das articulações se desenvolve quando uma cascata de citocinas inflamatórias ativa e sensibiliza as terminações nervosas periféricas. A dor inflamatória das articulações ocorre em diversas doenças. A mais comum é a artrite reumatoide (AR), uma doença inflamatória sistêmica caracterizada pela dor e inchaço nas pequenas articulações das mãos e dos pés.

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A dor da articulação é comum na infância. Tanto as doenças inflamatórias quanto as não inflamatórias podem ser associadas com a dor articular. As queixas mais prevalentes de dor músculo-esqueletica em crianças encontrada nas clínicas de cuidado primário incluem artralgias dos joelhos (33 %) e de outras articulações (tornozelos, pulsos e cotovelos, 28 %).

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A dor músculo-esquelética, especialmente as dores articulares e nas costas, é o tipo mais comum de dor crônica. A causa mais comum da dor nas articulações está relacionada à artrite, da qual há inúmeros tipos. Os pacientes, de maneira rotineira, buscam atenção médica para a dor articular, e ela é uma das principais causas de incapacidade.

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A Dor nas articulações foi o tema escolhido pela IASP para assinalar o Ano Global Contra a Dor, e pela EFIC para assinalar o Ano Europeu Contra a Dor, em 2016. Durante este ano serão desenvolvidas acções dedicadas a este tema, para pacientes e profissionais de saúde, que podem ser consultadas no site da IASP e da EFIC.

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A dor das articulações é frequentemente considerada uma dor nociceptiva pura e um modelo para a avaliação de analgésicos dedicados à dor nociceptiva, como os NSAIDs e os opióides. Estudos recentes sugerem que pacientes informam frequentemente sintomas neuropáticos, e que os mecanismos neuropáticos estão envolvidos na dor das articulações. Isto abre novas abordagens tanto para a avaliação quanto para o gerenciamento

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