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dor musculoEsqueletica

O modelo bio-psico-social propõe que os fatores psicológicos e sociais devem ser incluídos com as variáveis biológicas na compreensão da doença, sendo a dor vista como um padrão comportamental psicofisiológico e interativo que não pode ser separado em componentes físicos e psicossociais independentes e distintos.
Numerosos estudos apoiam o uso de terapia cognitivo-comportamental e outras abordagens psicológicas para tratamento da dor músculo-esquelética crónica.

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