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dor musculoEsqueletica

A fibromialgia caracteriza-se por dor músculo-esquelética crónica e difusa, associada a perturbação do sono, fadiga e disfunção dos afetos. Pode afetar 2 a 10% da população e é sete vezes mais frequente em mulheres, com grande impacto na qualidade de vida e capacidade funcional do doente.
A fisiopatologia da fibromialgia não está completamente esclarecida, tendo sido implicadas perturbações neuroendócrinas, neurosensoriais e relacionadas com os neurotransmissores (especialmente a serotonina), havendo ainda uma forte agregação familiar, o que faz pensar na presença de fatores genéticos.
A fibromialgia tem um início gradual ou pós-traumático, sendo a dor descrita como persistente, difusa, profunda, latejante e contínua, acompanhada de perturbações afetivas, déficts cognitivos, perda de memória recente, cefaleia, sono não reparador e cansaço diurno. Os doentes com fibromialgia têm com maior frequência depressão, ansiedade, síndrome de cólon irritável, cistite intersticial e disfunção da ATM. O tratamento da fibromialgia é multidisciplinar.

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