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Sobre a dor

O tratamento da dor deve ser feito fundamentalmente nos cuidados de saúde primários, ou seja, através dos médicos de família.
Estes profissionais de saúde estão habilitados a diagnosticar e tratar a grande maioria das patologias dolorosas (a título de exemplo, todos os estudos epidemiológicos indicam que a dor crónica mais frequente é a lombalgia ou seja as vulgares dores de costas), dispondo para o efeito de um vasto leque de opções terapêuticas, que vão desde os medicamentos analgésicos anti-inflamatórios não esteróides, como a aspirina, até aos opióides fortes como a morfina, ou outro tipo de tratamentos como a fisioterapia e outras terapêuticas complementares.

Contudo, existem alguns casos de dor em que, devido à complexidade do seu diagnóstico e/ou à necessidade de se instituirem terapêuticas mais diferenciadas, é necessário referenciar os doentes para serviços de saúde especializadas no diagnóstico e tratamento da dor, habitualmente designadas por Unidades de Dor. No nosso País já existem unidades deste tipo em mais de 50 hospitais. Ver Prontuário das Unidades de Dor

Tão ou mais importante que o tratamento da dor é a prevenção da dor crónica, através por exemplo do tratamento adequado da dor aguda ou evitando os factores de risco associados às lombalgias que, como acima referido, são a principal causa de dor crónica.