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Premios

Prémio de Jornalismo

Anualmente, a Associação Portuguesa para o estudo da Dor e a Fundação Grunenthal, com o objectivo de incentivar e reconhecer o interesse e qualidade dos trabalhos jornalísticos na área da Dor, distinguem publicações impressas (papel e online) ou emitidas em televisão ou rádio.

Os jornalistas André Rodrigues, da Rádio Renascença, e Bárbara Baldaia, da TSF, são os vencedores da 6a edição do Prémio Anual de Jornalismo, promovido pela Fundação Grünenthal e pela Associação Portuguesa para o Estudo da Dor. A distinção teve em conta critérios como a criatividade, investigação, relevância e qualidade das peças jornalísticas.

André Rodrigues foi o vencedor do primeiro prémio desta edição, no valor de 2.000€, com a reportagem “Vidas de Dor, corpos que não desistem”. O trabalho da jornalista Bárbara Baldaia, intitulado “Um dia de cada vez”, foi distinguido com o segundo prémio no valor de 1.000€. Foi ainda atribuída uma menção honrosa ao trabalho da jornalista Paula Rebelo, da RTP, sobre dor nas crianças.

 Os prémios de Jornalismo na Área da Dor foram atribuidos a Arlinda Brandão e Nélia Pedrosa. 

O primeiro prémio será entregue a Arlinda Brandão, jornalista da Antena 1, com uma reportagem sobre os cuidados paliativos, realizada em várias unidades hospitalares de Lisboa.

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 O segundo prémio será entregue à jornalista do Diário do Alentejo, Nélia Pedrosa, pela reportagem sobre a Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos Beja +.

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A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor e a Fundação Grünenthal distinguiram as jornalistas Mafalda Gameiro e Sofia Matos Teixeira, pela qualidade e interesse dos trabalhos realizados em prol da divulgação da dor.

O 1º Prémio, no valor de 2000€, foi atribuído à jornalista Mafalda Gameiro, da RTP 1 – Programa Linha da Frente

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O 2º Prémio, no valor de 1000€, foi atribuído à jornalista Sofia Matos Teixeira, das Notícias Magazine – DN/JN

A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor e a Fundação Grünenthal distinguiram as jornalistas Paula Rebelo e Anabela Silva, pela qualidade e interesse dos trabalhos realizados em prol da divulgação da dor.

Paula Rebelo, da RTP, venceu o prémio na categoria de televisão com uma reportagem com enfoque no impacto da dor crónica na população portuguesa e as consequências do seu não tratamento.

Já a jornalista da Antena 1, Anabela Silva, foi a vencedora na categoria de rádio pela reportagem sobre a dor que sentem os profissionais de saúde que nos tratam.

A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor e a Fundação Grünenthal distinguiram as jornalistas Paula Rebelo e Joana Nogueira, pela qualidade e interesse dos trabalhos realizados em prol da divulgação do estudo e tratamento da dor.

Paula Rebelo, da RTP, venceu o prémio na categoria de televisão com uma reportagem com enfoque na inovação na área da dor. Já a jornalista do Correio da Manhã, Joana Nogueira, foi a vencedora na categoria de imprensa pela reportagem sobre o impacto da dor crónica na população.

» Prémio de Jornalismo 2013 [PDF]

A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor e a Fundação Grünenthal distinguiram as jornalistas Carla Marina Mendes e Ana Leal, pela qualidade e interesse dos trabalhos realizados em prol da divulgação da dor.

Carla Marina Mendes, do Jornal Destak, venceu o prémio na categoria de imprensa com o trabalho “Um exemplo vindo do sul”. Já a jornalista da TVI, Ana Leal, foi a vencedora na categoria de televisão pela reportagem “Condição Humana”.

» Prémio de Jornalismo 2011-2012 [PDF]